A batalha
No horizonte, enxerga-se o fogo
Na pálpebra da menina, a lágrima não derramada
Dentro do peito, o vazio impreenchivel
Na cabeça, a vitória da razão
“Mas do que adianta?” perguntava ela, toda retorcida
“Salvar-se do precipício e morrer afogada no pranto”
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